Galeria Multimídia
Get the Flash Player to see the wordTube Media Player.Empreendedor(a) social em destaque
- André Albuquerque
Perfil criado no momento da entrada de André Albuquerque para a Rede Ashoka em 2009. Com a utilização de instrumentos legais que garantem o acesso à propriedade formal por parte dos moradores em situação fundiária irregular, André inaugurou um modelo viável de intervenção, que além de encerrar, por mediação, conflitos judiciais que sem perspectiva de [...]
- André Albuquerque
-
Temas neste portal
Changemakers Encontro Juventude Moradia para Todos Notícias da Rede Oportunidades Parceria Ashoka-McKinsey Vagas na Ashoka
WP Cumulus Flash tag cloud by Roy Tanck and Luke Morton requires Flash Player 9 or better.
Tweets da Ashoka







Patrícia Goulart Bustamante
Patrícia Goulart Bustamante inicia seu trabalho com a implementação de um banco de sementes com agricultores do sul de Minas Gerais, promovendo encontros de crianças e idosos para identificação das espécies mais importantes a serem conservadas. Depois, passa a atuar no Centro Nacional de Recursos Genéticos da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), em uma parceria com a Fundação Nacional do Índio (Funai), para intercâmbio de material genético e de conhecimento sobre espécies vegetais utilizadas na agricultura e na alimentação pelo povo krahò.
Patrícia nasceu na zona urbana, mas sempre manteve fortes vínculos com a zona rural. Após a graduação em agronomia, fez um estágio na Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação (FAO), na Itália, em uma experiência que a convenceu de que sua carreira teria que ser ligada ao social e não restrita às áreas científica e acadêmica. De volta ao Brasil, iniciou seus estudos de pós-graduação e paralelamente, começou a atuar em projetos sociais.
O trabalho de Patrícia inclui reuniões freqüentes entre as lideranças, além de atividades de coleta e conservação de espécies vegetais de importância alimentar para o povo indígena krahò, mais precisamente, da comunidade indígena krahò localizada em Itacajá. A ação envolve ao todo 16 aldeias, com cerca de 2.000 índios. O projeto visa aumentar a oferta de alimentos para a população indígena e aprofundar o conhecimento dos pesquisadores em relação aos recursos genéticos primitivos, assim como a preservação da fauna e da flora brasileiras. Desde o início do projeto, já foram identificados cerca de 100 acessos de germoplasma de espécies utilizadas na alimentação dos krahò.